O Atlético-MG pode até tentar incorporar no jogo deste sábado contra o Botafogo, às 18h30, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, o famoso refrão do filme Tropa de Elite, usado como inspiração para vencer o rival Cruzeiro no maior clássico mineiro.
"O Botafogo também é duro de roer, não vai ser mole não. Nós também temos a mania de jogar bem fora de casa. Sabemos das dificuldades, mas só jogando assim a gente vai conseguir um bom resultado lá", avalia o técnico Joel Santana, que sabe muito bem que um tropeço pode lhe custar caro.
"Uma derrota deixa a gente muito distante (da briga pelo título). A chance não termina, mas fica mais difícil. Até porque na tabela daqui para frente todas as equipes que estão credenciadas vão ter jogos duríssimos", destaca Joel.
E o desafio de hoje não será dos mais fáceis. Além de enfrentar um time de moral alta após a vitória no clássico com o Cruzeiro (4 a 3), o adversário ainda não fugiu do rebaixamento e promete jogar tudo.
"Se fôssemos perguntar qual seria o nosso jogo mais difícil daqui para frente, seria contra o Atlético-MG. Pelo momento deles, pela necessidade de vitória que têm e pela subida de produção que tiveram. É o tipo de jogo gostoso de jogar, pressão da torcida, batuque e temos que estar preparados", analisa Joel.
